Faça a tão sonhada volta ao mundo, em 80 dias

O clássico romance de Julio Verne A volta ao mundo em 80 dias (1873) penetrou no imaginário popular. Mesmo que não a tenha lido, certamente você conhece os fundamentos básicos da História.

Um londrino de nome estranho, Phileas Fogg, faz uma aposta com seus amigos do exclusivo Reform Club: dar a volta ao mundo em 80 dias. O premio são 20 mil libras.

Acompanhado do mordomo, Passepartout, Fogg decide fazer a jornada de trem e barco a vapor. No caminho, muitas peças pregadas, casos de identidade trocada e aventuras emocionantes. Um detetive à caça de um ladrão de bancos os segue.

Fogg e seu mordomo andam de elefante na Índia e resgatam uma indiana prestes a ser sacrificada — para isso, Passepartout finge ser uni zumbi, Em Calcutá, eles e a mulher resgatada são presos pelo detetive, mas conseguem liberdade provisória e fogem para Hong Kong.

O detetive tenta drogar e embebedar Passepartout para manipulá-lo e fazer com que ele traia o patrão, mas o mordomo escapa e toma um barco a vapor para Yokohama — que Fogg perde.

Os três se reencontram em Yokohama, em um circo, onde Passepartout tenta ganhar dinheiro para voltar para casa. Juntos lutam contra bisões e índios sioux nos Estados Unidos, iniciam rebeliões, perdem dinheiro. Subornam tripulações e capitães e seguem adiante. As desventuras se acumulam, criando uma comédia caótica.

De volta a Londres, acham que perderam a aposta, mas descobrem que, como cruzaram a Linha Internacional de Data, na verdade venceram. O que é mais impressionante nessa história exagerada é que, apesar de farsesca, ela é muito precisa no que diz respeito aprováveis acontecimentos de uma viagem.

Apesar de que, em nossos dias de mochileiros atrás de aventuras, não iniciaremos nenhum motim, muito menos nos drogaremos com estranhos ou gastaremos todo o dinheiro que restava para subornar alguém…

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